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O poder dos links: um caso prático

Thursday, May 31st, 2007

Deparei-me há pouco com esse post: http://www.brpoint.net/arquivo/blogs/ganhe-um-dominio-gratis.html (removi os links desse post, para não causar nenhuma influência no experimento abaixo).

O Bruno, webmaster do site brpoint.net, teve uma ótima idéia: está pagando o registro de um domínio por um ano para todos os webmasters que fizerem uma avaliação daquele site e incluírem dois links para o mesmo.

Os avaliadores têm o trabalho de examinar os pontos positivos e negativos do brpoint.net; em troca, ganham um ano de registro de domínio. O Bruno tem que pagar algo entre US$ 6 e US$ 12 por participante, mas em troca ganha não apenas uma avaliação (provavelmente imparcial) do seu site - e isso é importante para que se possa aprimorar o mesmo -, mas também (e principalmente) os links, que provavelmente melhorarão os rankings do brpoint nas diversas Search Engines. Uma situação em que todos ganham.

Espero que ganhemos também nós, estudiosos dos algoritmos.

Parece que o Bruno não vai ter problemas em conseguir os 200 links (2 de cada site, até um máximo de 100 sites). As regras que ele estipulou exigem que os links estejam em páginas indexadas na Google; além disso, foi exigido de todos os participantes que incluíssem nos respectivos sites um pequeno texto, o qual continha dois links.


Ganhe um domínio grátis.Basta participar da promoção
que está sendo realizada pelo BrPoint.

De novo, removi os links; veja o código-fonte para conferir o código dos links.

Ou seja, o post vai receber 100 links com a âncora ‘promoção’, e a homepage vai receber 100 links com a âncora ‘BrPoint’.

Minha intenção é ver o impacto que os links vão causar nos rankings do post e da homepage, para diversas palavras chave. Teria sido muito bom acompanhar o experimento desde o início, mas ainda podemos tirar várias conclusões.

O post do BrPoint foi criado em 16/5/2007; o Bruno já reconheceu 40 pares de links. Nesse momento (31/5, quase meia-noite), vejo o seguinte:

Na Google:

  • O post já é #1 (193.000 páginas) para [ganhe um domínio grátis], que é o Título da página; isso quer dizer que em quinze dias a página já foi indexada e ganhou um score considerável
  • O post é #17 (mostrando 10 resultados por página) para [domínio grátis], que é consideravelmente mais competitiva (2.180.000 páginas); a intenção é ver quanto ainda ela vai subir, com os links extras que ainda virão
  • O post já está na posição #56 para [promoção], que é altamente competitiva (21.800.000 páginas)
  • A homepage já é, evidentemente, #1 para brpoint (e também #2, para uma página de 12/03/2007, solicitando ajuda para o Aldemir - não vou colocar a URL porque poderia influenciar o ranking). Mas é interessante ver o que acontecerá com o ranking para outros termos: a homepage é #2 para [problogging] (a #1 é problogging.com); a homepage está em #700 (100 resultados por página) para a palavra [tecnologia] (91.800.000 páginas), que está no Título da página no cache da Google; para a palavra [promoção], ao redor da posição #163, há outra página do Brpoint com um FAQ, datada de 23/05/2007
  • Excelente: parece que de ontem para hoje o Título da homepage foi alterado de ‘BrPoint | Problogging, Tecnologia e Opinião’ para ‘BrPoint | Problogging, Dicas de Blog, SEO e Opinião’. Vamos ver o que vai acontecer então com os rankings para [tecnologia] (item anterior), [Dicas de Blog] e [SEO]. Hoje, para [dicas de blog], há uma página com dicas para o Adsense na posição #680; para [SEO], há dois links (100 resultados por SERP) do seo.brpoint.net nas posições #45/46 - uma sobre o-fim-do-seo e outra sobre yahoo-permite-nao-indexacao-de-parte-das-paginas (128.000.000 de páginas - estranhamente, há muitas páginas escritas em japonês nas primeiras posições << investigar); ao redor das posições #50/51, há duas páginas do www.brpoint.net - uma página sobre o seo-brasil-transferido e outra sobre seo-nao-confunda-alhos-com-bugalhos.Vamos acompanhar o que acontece nos próximos dias/semanas/meses.
  • Para [opinião], a homepage está em #121 (42.700.000 páginas)
  • No Cade.com.br:

  • o post já é #1 para [ganhe um domínio grátis] (47.200 páginas) e #9 para [domínio grátis] (3.930.000 páginas)
  • a homepage é #86 para [promoção], mas a palavra está na homepage; a página com FAQs da promoção é #146; o post em si não aparece entre os 1000 resultados apresentados (!!)
  • Para [problogging], a homepage é #1; para [tecnologia], a homepage é #249 (tecnologia está na página em cache); para [SEO], #25; para [dicas de blog], 159; para [opinião], #160.
  • No msn.com.br:

  • Para [ganhe um domínio grátis] (10.174 páginas), a primeira página está em #120, e é uma página interna em que se faz referência à promoção (ou seja, essa página tem mais peso do que o post sobre a própria promoção !!); para [domínio grátis], nem o post nem outra página aparecem entre os 1000 primeiros resultados
  • Para [problogging], a primeira página a aparecer é a página sobre wp-plugins, #180
  • Vamos acompanhar esses rankings, para ver o que ocorrerá nos próximos dias/semanas/meses.

    Atualização em 2 de julho: clique aqui.

    A importância da Primeira Página

    Monday, May 28th, 2007

    Nesse outro post, coloquei alguns motivos para explicar por que um bom posicionamento na primeira página de respostas (SERPs) vai tornar-se cada vez mais difícil e relevante.

    Minha experiência já havia demonstrado isso. Chegar à primeira página, ainda que ao último link dela,  gera um significativo aumento no número de visitas em relação à segunda página; depois, chegar ao que se chama ‘above the fold’, ou seja, o espaço visível da primeira página sem necessidade de rolagem vertical, gera um outro significativo aumento; e, finalmente, chegar ao topo da primeira página causa o maior dos aumentos em tráfego.

    E isso é fácil de explicar: as pessoas tendem naturalmente a clicar naquilo que está imediatamente na frente de sua vista (ou seja, o topo das SERPs); rolar a tela para baixo exige que se posicione o mouse em um local específico (poucas pessoas sabem que podem rolar a tela com as setas), e passar à segunda página exige ainda mais intimidade com o navegador (o usuário tem que clicar no pequeno 2 ou no obscuro Mais no finalzinho da página). Eu acho que o usuário típico clica no que quer que a Google mostre na primeira página, ou repete a pesquisa com outros termos.

    Recentemente, deparei-me com esse estudo sobre cliques na primeira página. Os resultados do estudo não apenas confirmam a importância da primeira página, mas mostram que é ainda mais importante estar no topo dela.

    A origem da História: em agosto de 2006, a AOL, maior provedora de acesso à internet dos Estados Unidos, deixou que um enorme banco de dados vazasse para a internet; esse banco continha uma relação de milhões de pesquisas efetuadas por usuários AOL, bem como seu comportamento (quais links foram clicados) perante as páginas de resposta. À época, houve grandes discussões nos EUA, pois isso poderia ser visto como uma violação à privacidade das pessoas (algumas pessoas podem se sentir desconfortáveis se *todas* as palavras que elas pesquisaram na internet fossem tornadas públicas); um exemplo dessa discussão está aqui.

    Mas voltemos ao estudo, que é o que nos interessa aqui. Alguém fez uma análise dos mais de 36 milhões de pesquisas e mais de 19 milhões de cliques (o que indica que quase a metade das pesquisas não gera nenhum clique). A figura abaixo mostra a distribuição dos cliques nos links da primeira página:

    estudo-aol.png

    Como se vê, a posição #1 recebe mais de 42% dos cliques ! Quase a metade de todos os usuários clicam o site #1. O site número 2 recebe aproximadamente 12% dos cliques, ou menos de um terço; o número 3 recebe pouco mais de 8%; os sites 6 em diante, que certamente está abaixo da dobra, recebem menos de 4%; é interessante observar que o site #10, provavelmente por ser a última opção apresentada ao usuário, recebe um pouco mais de cliques que o número 9.

    E a página 2? A pesquisa revelou como o número de visitantes que passam à página 2 cai drasticamente:

    estudo-aol-2.png

    Menos de 1% dos usuários passaram à página 2.

    Cabem algumas observações: primeiro, os dados referem-se apenas aos usuários da AOL, que, pode-se argumentar, não refletem o universo de usuários da internet; entretanto, sabe-se que os usuários AOL (americano, que paga mensalmente com cartão de crédito suas mensalidades) são dos mais contumazes compradores via internet, ou seja, são os que mais interessam a sites comerciais. Segundo, desde o vazamento dos dados, cada vez mais o topo das SERPs vem sendo tomado por links patrocinados (veja o site da AOL); isso significa que mesmo o topo dos links orgânicos pode ter perdido relevância hoje.

    Mas uma conclusão é certa: estar na primeira página das SERPs faz toda a diferença entre o sucesso e o fracasso de um site.

    Afiliados e SERPs

    Thursday, May 17th, 2007

    Lembrei-me do caso Buscapé quando vi esse post.  Nele, o autor fala das maneiras como os links dos afiliados para o site destino (no caso, o Buscapé; o site original fala em merchants, que é a entidade que vende os produtos; o Buscapé é algo como um intermediário entre os afiliados e os merchants) podem ser configurados.

    A maneira mais simples, que é a adotada pelo Buscapé, é colocar um link direto, sem redirecionamento, como:

    http://busca.busc*pe.com.br/cprocura?lkout=1&site_origem=123&produto=DVD

    Nesse caso, o Buscapé cria uma página para cada afiliado; cada afiliado envia tráfego para sua página alvo, que será diferente das demais apenas no que tange ao parâmetro site_origem. Todas essas páginas terão idêntico conteúdo, apesar de terem URLs ligeiramente diferentes. A Google vai filtrar as páginas repetidas, e exibir a que julgar mais relevante; e qual será essa? será provavelmente aquela que recebeu um link do afiliado mais relevante.

    Nesse tipo de página, não ocorre redirecionamento. A página entregue pelo servidor http é exatamente a página requerida pelo navegador. Para indicar essa situação, o servidor http envia junto com a página um header de código 200; essa página tem uma ferramenta que faz um header check.

    Outras maneiras de se implementar o  link de afiliados fazem uso de redirecionamentos, implementados no servidor http. Por essa técnica, o que acontece é o seguinte: 1) o afiliado envia o visitante para uma URL do merchant, contendo o código do afiliado; 2) o servidor do merchant coloca um cookie na máquina do visitante, e partir daí qualquer transação do visitante é (ou deveria ser) associada ao afiliado;  3) o servidor redireciona o visitante para uma outra página do site, com o conteúdo que o visitante deseja. Nessa situação, os bots também seguem os redirecionamentos, e portanto apenas enxergam a página final (após o redirecionamento); por isso, não há como haver indexação de páginas duplicadas.

    Há dois tipos de redirecionamentos: 1) redirecionamento temporário: informa aos user agents (que incluem os navegadores e os bots) que a página destino é temporária, e que o conteúdo da página destino em algum momento retornará para a página sendo redirecionada; o bot provavelmente vai indexar a página sendo redirecionada; o servidor http envia o código 302 para sinalizar essa situação; 2) redirecionamento permanente: informa  aos user agents que o redirecionamento é permanente; o conteúdo da página final é o que deve ser levado em conta; os bots, nesse caso, vão indexar a página final.

    Abre parênteses. Durante algum tempo, os black hats utilizaram essas propriedades do redirecionamento temporário (header 302) para roubar rankings de outras páginas; escreverei sobre isso em outro post (atualização: leia mais sobre essa técnica black hat). Fecha parênteses.

    O autor do post sugere aos merchants que adote o redirecionamento permanente (301). Com isso, não apenas se evitaria a indexação de páginas de conteúdo repetido, como se teria a vantagem de que a única página indexada seria a do merchant (sem códigos de afiliados) e mais, todos os afiliados estariam contribuindo para o ranking daquela página específica. Para o visitante, a única diferença é que ele não veria aquela URL enorme na barra de navegação.

    As desvantagens seriam apenas dos afiliados (e o autor do post chama a atenção para esse ponto): além de depender do cookie do merchant (se a máquina do visitante não aceitasse cookies, o afiliado perderia a venda; o redirecionamento ocorre de qualquer maneira, gerando negócios para o merchant), o afiliado estaria sendo usado para alavancar o ranking do merchant.

    O Buscapé tomou a pior decisão de todas: não utilizou redirecionamentos (os quais teriam evitado a confusão desde o início), e após ver a indexação de páginas de afiliados, em vez de premiá-los, resolveu puni-los.

    Quanto vale um domínio?

    Wednesday, May 16th, 2007

    O registro de um domínio .com custa hoje ao redor de uns US$ 12 por ano; costumava ser US$ 35 há uns dez anos. Mas a quanto pode chegar o valor de venda de um domínio?

    Como em outras transações do mundo real, também na internet o valor de venda de um bem depende da lucratividade futura proporcionada pelo bem. Um domínio proporcionará tanto mais lucros: 1) quanto maior for a quantidade de tráfego; 2) quanto mais propenso a gerar lucro for o tráfego (leia esse post sobre qualidade de tráfego).

    Essas provavelmente são as explicações por trás de dois grandes negócios recentes envolvendo domínios: o poker.com foi vendido por mais de um milhão de dólares, e o porn.com foi vendido por nove milhões de dólares.

    Os compradores certamente sabem que: 1) muito usuários simplesmente digitam poker.com e porn.com na barra de endereços do navegador;  2) esses usuários são altamente qualificados, e são altamente propensos a comprar.

    Esse tipo de usuários é chamado de type-in visitors (usuários que digitam o domínio diretamente no navegador). Esse tipo de usuário é ainda mais qualificado do que os enviados pelas Search Engines. Isso explica porque certos domínios atingem alto valor de venda.

    Qual o efeito de rel=nofollow ?

    Friday, May 11th, 2007

    Conformi escrevi nesse artigo, em janeiro de 2005 as três principais Search Engines do mercado, Google, Yahoo e msn se juntaram e criaram o atributo nofollow, que teria o propósito de informar a elas que o link NÃO deveria ser interpretado como um voto, e portanto não deveria trazer nenhum benefício à página para a qual o link apontasse.

    Passados mais de dois anos, será que alguma coisa mudou? Pelo menos no caso da Google, eu acho que sim.

    O nofollow foi criado quando o conceito de TrustRank estava incipiente (leia mais sobre TrustRank). O TrustRank mede a confiança que a Google tem em determinada página; se o TR (que, diferentemente do PageRank, a Google não informa) for alto, a Google tem tanto a página em si como os links nela contidos em alto conceito; se o TR for baixo, a Google não valoriza a página nem confia nos links nela contidos.

    Para mim, isso é quase equivalente a dizer que o nofollow é desnecessário.

    Nesse thread do blog do Matt Cutts, de 23 de janeiro de 2007, o Matt comenta sobre o fato de que a Wikipedia (site de altíssimo TrustRank), uma vez mais, resolveu adicionar nofollow a todos os seus links. Após o blá-blá-blá habitual, Matt escreveu: “I don’t expect this change to affect Google’s rankings very much, but it’s good to see the Wikipedia folks paying close attention to link spam”, ou seja “Eu não espero que essa mudança afete muito os rankings da Google, mas é bom ver que o pessoal da Wikipedia está prestando atenção ao link spam”.

    Isso faz muito sentido. A Google confia na Wiki (aliás, não apenas confia, como idolatra); prova disso é que a Wiki está na primeira página para várias [buscas]; essa confiança provém do excelente conteúdo da Wiki, dos milhões dos links legítimos que endossam a Wiki, e de sua política de auto-vigilância que suprime links de spam. A adição ou não de nofollow pouco deveria afetar a confiança da Google nos links da Wiki.

    Melhor que discutir hipóteses é tentar comprovar a tese.

    Peguemos um tema da Wiki em inglês sobre o qual tenhamos algum domínio, e que seja de média competitividade. Uma sugestão é escrever sobre tópicos referentes ao Brasil; isso faz com que nosso conhecimento sobressaia em relação ao contribuinte médio da Wiki, e por isso nossas contribuições (links externos) sejam mais facilmente aceitáveis.

    Por exemplo, tomemos um tópico como Clarice Lispector (750.000 páginas). Minha sugestão: escrevam uma página em inglês sobre a escritora com conteúdo de alta qualidade, que esteja dentro dos padrões da Wiki para constar como external link; façam com que esse link da Wiki seja o único link apontando para a página (ou seja, as melhorias de posição da página seriam devidas àquele link da Wiki, com nofollow). Observem a posição da página por alguns meses.

    Eu tenho feito algo similar com algumas páginas (NB: sem infringir nenhuma regra da Wiki). Minhas experiências mostram que links da Wiki ainda carregam muito valor.

    Um efeito do nofollow é assegurado: colocar ou removar nofollow manualmente mostra à Google, Y e msn que você sabe o que o nofollow faz; isso mostra que você tem alguma idéia do que seja SEO. Eu acho isso uma péssima idéia.

    Tráfego Qualificado

    Tuesday, May 8th, 2007

    O objetivo de (quase) todos os sites é conseguir tráfego.

    Muito melhor que conseguir tráfego, entretanto, é conseguir tráfego qualificado; a expressão largamente utilizada em inglês é targeted traffic.

    O tráfego qualificado é aquele que procura o que você está oferecendo. Com isso, as chances de que o visitante venha a gostar do seu site, colocá-lo nos Favoritos, divulgar o site (inclusive colocando links, se ele puder), e eventualmente comprar algo que você ou seus anunciantes vendam é muito maior.

    Suponhamos um site sobre, por exemplo, uma pousada em Maceió; o dono da pousada, provavelmente, está interessado em utilizar o site para atrair potenciais hóspedes.

    O dono poderia colocar um anúncio por um mês na primeira página da UOL, utilizando um banner em Flash com belas praias e uma mensagem “Conheça o Paraíso” (Maceió é de fato uma boa candidata a paraíso na Terra). Dos milhões de usuários que acessam o UOL mensalmente, é provável que alguns milhares cliquem o link.

    O site teria milhares de visitantes, mas a taxa de conversão (ou seja, o número de visitantes que efetivamente fecham um negócio - no caso, uma reserva no hotel) seria muito baixa. Por quê? Porque a maioria dos visitantes seria de usuários do UOL que estivessem acessando a homepage UOL para tratar de outros assuntos (ler emails, revistas, etc) e foram ocasionalmente atraídos por um banner chamativo.

    Como poderíamos qualificar um pouco mais o tráfego? Poderíamos, por exemplo, colocar o banner não na homepage, mas na seção de Turismo do UOL; assim, saberíamos que os potenciais visitantes estariam de alguma forma interessados em turismo. Mais: poderíamos colocar o banner na página sobre Turismo em Maceió da UOL; além disso, o banner poderia informar claramente “Pousada em Maceió”.

    Certamente, o número de visitantes seria menor, mas o tráfego seria muito mais qualificado: seriam pessoas que estivessem lendo sobre Maceió, e clicariam para um site sobre pousadas em Maceió. A probabilidade de conversão seria muito maior.

    Entretanto, a divulgação em sites como UOL, Terra, Globo, etc é restrita a poucos, em razão do custo. Existe alguma outra maneira de se obter tráfego qualificado a baixo custo?

    O tráfego de Search Engines é altamente qualificado. O usuário já informou à SE o que ele está procurando. O usuário já refinou os resultados da SE ao ler os links da página de respostas e escolhendo o que mais lhe agrada.

    Para o dono da nossa pousada, ter o site na primeira página da Google, Yahoo e msn para “pousada em Maceió” é, na minha opinião, a melhor forma de divulgação.